grandes perdas em sua vida:
Por Igor Zahir
Cantora baiana fala em entrevista exclusiva da sua infância, começo de carreira, a morte de vários entes queridos e mais detalhes que estão em seu primeiro livro - cronografia.
Quem conhece Pitty como a famosa cantora baiana tida como uma das maiores rockeiras do país, não imagina que por trás da imagem glam rock e do vozeirão que conquistou o Brasil (e o mundo) há uma mulher que teve uma infância no litoral, escolhendo caranguejos e frutos do mar na barraca do pai em Itapuã.
Entre outras lembranças da vida completa da cantora surgiu o seu primeiro (e belo) livro, “Pitty, cronografia: uma trajetória em fotos”, recém-lançado por ela como autobiografia através de imagens e legendas em primeira pessoa.
Já no prefácio, feito pelo jornalista Luiz Cesar Pimentel, dá pra se ter uma ideia da protagonista do livro.
“Você nunca a verá virar as costas para um amigo, deixar de lembrar das pessoas que lhe são caras, segurar talheres de realeza em ilhas abandonadas e abobadas ou abrir a porta do seu closet (mentira, ela nem tem closet) para câmeras desconhecidas”.
Da infância da garota Priscila em Salvador, o livro passa pras suas primeiras participações em bandas hardcores da cidade, até chegar ao sucesso.
E também aos momentos de mais tensão, quando ela perdeu, em 2013, amigos como seu ex-guitarrista, Peu Souza, sua gatinha e o baixista Joe.
Mas Pitty superou tudo pois, como ela fez questão de enfatizar em nosso bate-papo, “o que não mata, engorda”, como dizem lá na Bahia.

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